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Feminicídio como produto do identitarismo
Esses dados constituem um retrato vívido da ascensão do conservadorismo no Brasil e no mundo, inflado em nosso país pelo pensamento bolsonarista que alavancou e que ainda alimenta a extrema-direita.
6 min de leitura


Aula de conversação ou bate-papo?
Geralmente, as aulas de conversação em língua adicional são procuradas por três tipos de pessoas.
4 min de leitura


Resgatar a voz do povo brasileiro
A gente sabe, sim, que falta alguma coisa. Não falo de distribuição de renda, reforma agrária, saneamento básico ou professor na escola. Tudo isso falta, sim, e muito, nesse Brasil. Mas sabe aquilo de que a gente sente falta, aquele sufocamento incômodo, que não chega até a boca pra virar palavra? Só não sente quem já se conformou. Escreve Carolina de Jesus: Não tinha gordura. Puis a carne no fogo com uns tomates que eu catei lá na Fabrica Peixe. Puis o cará e a batata. E agu
5 min de leitura


Novos dados sobre o (fracasso do) ensino de línguas no Brasil
Por que esse cenário não mudou ao longo de doze anos?
7 min de leitura


"Posicionamento" para professoras de língua
Escolher o público-alvo, definir o que contar sobre a sua vida, expulsar sutilmente quem você não quer atender: tudo isso só funciona se você realmente garante que o seu trabalho é diferente de tudo que o seu aluno já viu antes.
7 min de leitura


Feminismo, negritude, igreja e língua: um papo de esquerda
Porque o ensino de língua, e o acesso a outras línguas, também são papo de esquerda.
9 min de leitura


Palavra-cruzada
Porque "saber" não é uma coisa só, uma questão de SIM ou NÃO. E também não se resume a níveis, sabia? O conhecimento não é linear, desse jeito que nos ensinaram pra criar a ilusão de que basta comprar o próximo passo.
3 min de leitura


Feliz dia de exaltar o colonizador
O 17 de março é, para os professores de inglês, mais ou menos o que era o 31 de outubro uns vinte ou trinta anos atrás.
3 min de leitura


O que têm a ver as eleições municipais e a Educação Linguística
O povo quer mudança, mas reelege quem lhe maltrata: Ricardo Nunes (SP) e Sebastião Melo (RS) foram reeleitos prefeitos de suas capitais,...
2 min de leitura


Conservadorismo e ensino de língua: a receita do fracasso
Escrevo este texto no primeiro dia do inverno de 2024, uma sexta-feira. Essa foi uma semana de surpresas nada surpreendentes entre as...
3 min de leitura


Brasil no centro do mundo?
O novo mapa múndi do IBGE que traz o Brasil ao centro tem angariado elogios de todos os lados. Isso é péssimo.
3 min de leitura


Fora e dentro: equilíbrio
Sabemos que permitir, validar, possibilitar e incentivar a expressão humana em todas as suas nuances é a serventia da língua?
2 min de leitura


Profissionais da educação e o Duolingo
Eu sou professora de línguas há 18 anos e defendo o uso do Duolingo.
2 min de leitura


Educação Linguística contra o neoliberalismo
O ensino de línguas no Brasil vem sofrendo há décadas com os efeitos do neoliberalismo.
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O tal ensino bilíngue
O problema da expansão desse cenário é que a gente vai acostumando a ver “bilinguismo” como mero sinônimo do bilinguismo de escolha.
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A magia dos ciclos
No fundo, essa é uma conversa sobre ritos de passagem.
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São Paulo sem livros
Em 2024, mais de 5 mil escolas da rede estadual paulista não receberão livros didáticos para alunos do Ensino Fundamental II e Médio.
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A letra invisível
O B não é de biscoito.
2 min de leitura


Como subverter a colonialidade linguística
Não basta questionar a colonialidade linguística que nos assola, se esse questionamento não transformar a experiência dos nossos alunos.
4 min de leitura


Questionando a colonialidade linguística
Isso significa substituir a defesa da pronúncia do falante nativo pelo reconhecimento de que todo mundo tem sotaque.
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